Artigo: Dalton Trevisan, o Cachoeira, os deputados e a Dilma

Dalton Trevisan, o Cachoeira, os deputados e a Dilma

*Éber Sander

O escritor Dalton Trevisan foi o grande homenageado pelo Prêmio Camões, considerado o mais importante da Língua Portuguesa.

O livro agraciado é “O Vampiro de Curitiba” de 1965. Dalton Trevisan é um dos melhores contistas do Brasil. Entre suas belas obras se destacam “Ah, é?”, “A Guerra Conjugal”, “A Polaquinha” , “Pico na veia” entre outros.

O Prêmio Camões existe desde 1989. No passado, o homenageado foi o português Manuel António Pina. Outros nomes da Literatura Brasileira também já foram agraciados, como João Cabral de Melo Neto, Rachel de Queiroz, Jorge Amado, Ferreira Gullar e Lygia Fagundes Telles. Premiação mais que merecida para o ilustre escritor brasileiro.

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Já no último dia 22 o bandido Cachoeira esteve na Câmara dos Deputados para falar aos congressistas. Entrou mudo e saiu calado. Cachoeira é acusado de comandar um esquema de exploração de jogo ilegal e de corromper agentes públicos, dentre outros crimes.

Alguns parlamentares se irritaram com a postura de Cachoeira e o chamaram de múmia e cínico. Também acho.

O mais surreal de tudo isso é ver o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos fazendo parte da defesa de Cachoeira. Seria hilário se não fosse lamentável. Certamente o que falou mais alto foram os honorários a ser recebido pelo advogado Márcio Thomaz Bastos.

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Há uma grande campanha para que a presidenta Dilma de o seu veto total ao Código Florestal. Porém, o ex-ministro e atual secretário de Meio Ambiente do Rio, Carlos Minc, afirmou ontem que a presidente Dilma Rousseff irá vetar entre 12 e 14 artigos do Código Florestal aprovado pelo Congresso. Já é alguma coisa.

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Meu blog www.ebersander.wordpress.com vem recebendo visita de diversos países tais como EUA, Portugal, França, Haiti entre outros. Visite e deixe o seu comentário sobre os temas acima e outros que achar pertinente.

 

*Éber Sander é escritor, autor dos livros “Eu morri faz tempo” (2011) “Perguntas Indiscretas” (2009).

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Artigo publicado no jornal Primeirafeira – 11/05/12

A Presidenta e o os Bancos

*Éber Sander

A equipe econômica do governo federal decidiu mudar as regras de remuneração da caderneta de poupança dos brasileiros. O anúncio foi feito no último dia 03.

Não pretendo aqui demonstrar tecnicamente quais foram às mudanças, isso já foi feito por especialistas nos jornais impressos, da TV, na Internet e etc.

Independentemente de ser adepto desta ou daquela sigla partidária é preciso entender a decisão tomada pela presidente Dilma Rousseff mais amplamente.

Considero a atitude do governo acertada. Não é possível querer ser um país desenvolvido com os juros exorbitantes que temos em nosso país. Ponto para o governo. Ponto para o Brasil.

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Se por um lado o governo incentiva a queda de juros, a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) está reticente para baixar os juros cobrados das empresas e dos consumidores. Obviamente que os bancos não vão querer a boquinha ganhando milhões e milhões nas costas dos pobres brasileiros. O governo deve manter-se firme. Não é possível pagarmos os juros que pagamos a esses senhores banqueiros.

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Gostaria novamente de falar sobre o grupo do Facebook intitulado “Indaiatuba Ativa”. O grupo que conta com mais de 2.000 integrantes. Pessoas que cobram, opinam e procuram melhorar a cidade de Indaiatuba. Se você é de Indaiatuba, procure e participe do grupo virtual. O trabalho realizado tem surtido grandes efeitos positivos.

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Meus livros “Perguntas Indiscretas” (2009) e “Eu morri faz tempo” estão a venda nas melhores livrarias da sua cidade. Em breve o lançamento da terceira obra.

 

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E por fim, um recado a presidenta: VETA DILMA!

 

*Éber Sander é escritor, autor dos livros “Perguntas Indiscretas” e “Eu morri faz tempo”

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Artigo: “A farra está acabando?!”

A farra está acabando?!

*Éber Sander

Nos últimos dias os Bancos Públicos – Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal – lançaram os programas “Bom Para Todos” e “Caixa Crédito Azul” respectivamente. Os dois programas tem como premissa básica diminuir o custo do dinheiro tanto para as empresas como para as pessoas físicas.

É sabido por todos que as instituições bancárias (principalmente as privadas) sempre nadaram de braçada roubando o dinheiro do povo brasileiro. O dinheiro sempre foi emprestado a juros exorbitantes, taxas e mais taxas que afundaram muitos brasileiros na dívida eterna.

Os juros cobrados dos brasileiros no cartão de crédito é algo absurdo. Uma vez que não se pague a fatura total, sair da dívida do cartão é quase uma missão impossível. E com isso muitos brasileiros vão perdendo noites de sono.

A atitude do governo federal em lançar esses programas por meio dos Bancos Públicos vem em ótima hora.

Os Bancos Privados – que sempre roubaram o povo brasileiro, diga-se de passagem – com muito custo e mau gosto também vem reduzindo ainda que timidamente seus juros.

Não é possível que os Bancos continuem a explorar o cidadão brasileiro, extorquindo desse povo o dinheiro ganho com muito trabalho. Não é possível que o dinheiro do brasileiro vá encher os cofres das mansões dos banqueiros em outros países. Não é possível que isso não mudasse nunca.

Para o Brasil ser de fato uma nação desenvolvida e justa, o dinheiro não pode ser propriedade de meia de dúzia de pessoas que exploram a grande maioria por meios e atitudes bastante questionáveis.

É como diz o ditado: “Se você tem um revólver pode roubar um banco, mas se você tem um banco, pode roubar o povo todo”.

Parece-me que a farra está acabando. Já era tempo!

 

*Éber Sander é escritor, autor dos livros “Eu morri faz tempo” e “Perguntas Indiscretas”.

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Março: ainda bem que está acabando

Março: ainda bem que está acabando

*Éber Sander

O mês de março está chegando ao fim e não vai deixar saudades. O Brasil perdeu dois grandes mestres da escrita e do humor (refinado e com inteligência): Chico Anysio e Millôr Fernandes. E assim o Brasil vai ficando mais burro e triste, não necessariamente nessa ordem.

O mês de março também ficará marcado pela briga entre as torcidas do Palmeiras e Corinthians. Saldo final: dois palmeirenses mortos. Dois brasileiros mortos. Sou Palmeirense de coração, mas repudio toda e qualquer briga entre torcedores. Aliás, estes brigões não são torcedores, são fanáticos. E Fanatismo se combate com o rigor da lei!

Mudando um pouco de assunto, a cidade de Indaiatuba ficou em 3º lugar na lista da FIRJAN – Federação das Industrias do Rio de Janeiro – das melhores cidades para se viver no Brasil. Um dado a ser comemorado, porém, a cidade já chegou a ocupar o 1ª lugar anos atrás. A pergunta que fica é: Indaiatuba que piorou ou as outras duas é que melhoraram?

E por falar em Indaiatuba, existe um grupo no Facebook denominado Indaiatuba Ativa, que reúne pessoas da cidade onde opinam, dão sugestões, fazem cobranças e pedem melhorias. O grupo formado por pessoas de várias agremiações partidárias e os sem partido algum, tem conseguindo um bom diálogo com o poder público municipal. Diversas ações de melhoria foram tomadas a partir dos comentários dos cidadãos/internautas. Eu também estou por lá dando as minhas opiniões/sugestões. Se você é de Indaiatuba vale a pena a sua participação.

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Em abril venho com uma grande novidade literária para os aficionados pelo mundo da literatura. E por falar em literatura a Feira de Troca de Livros organizado pela Secretaria da Cultura de Indaiatuba tem sido um grande sucesso de público. Medida semelhante deveria ser adotada pelas prefeituras da região.

E por esse mês é só. Vou ficando por aqui, torcendo para que mais nenhuma mente brilhante nos deixe.

 

*Éber Sander é escritor, autor dos livros “Eu morri faz tempo” e “Perguntas Indiscretas”

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Professor no Brasil não é levado a sério!

Acabo de ler a notícia de que os professores da rede estadual do Rio Grande do Sul (um dos Estados mais avançados do país (sic)), cruzaram os braços nesta terça-feira.

Os professores do RS são os que recebem o menor salário do Brasil: R$ 791,00 para uma carga horária de 40 horas semanais.

O piso nacional está em R$ 1.451,00

Lamentável que os professores brasileiros não tenham o merecido reconhecimento. É de chorar.

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1.150 mensagens

Com o artigo abaixo, completou-se neste blog, a mensagem de número 1.150. E que venham outras tantas!

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Artigo: Em uma cidade não tão, tão, tão distante assim – por Éber Sander

Em uma cidade não tão, tão, tão distante assim

*Éber Sander

Era uma vez Cidade do Sol, que virou Guaianazes, que virou Indaiatubana. Era uma vez um churrasco, que virou assassinato com chave de fenda. Era uma vez uma volta de moto, que virou uma vida a menos.

Era uma vez um campo de futebol de areia, que virou piscina, que virou esquecimento, que virou dengue. Era uma vez uns pedalinhos que saíram de fininho.

Era uma vez uma saúde caótica, que virou filas intermináveis, que virou descaso, que virou prêmio nacional, que virou piada.

Era uma vez alguém sacando dinheiro, era uma vez alguém sendo roubado, era uma vez alguém sendo seqüestrado, era uma vez alguém sendo humilhado.

Era uma vez doze eleitos, que já não sabiam se seriam reeleitos. Era uma vez um reinado, que parecia interminável.

Era uma vez um grupo de insatisfeitos, que teriam propostas novas, que poderiam ser implantadas. Mas não era tão simples assim…

Era uma vez uma manifestação contra o abuso e a opressão, havia 20 ou 30 em questão. Era uma vez uma manifestação contra o abuso e a opressão com os animais de estimação, havia 50 ou 60 em questão. O que me leva a conclusão que de fato o melhor amigo do homem é o cão.

Era uma vez um povo feliz, mesmo sendo infeliz. E tudo isso acontecia em uma cidade não tão, tão, tão distante assim. E a história continuaria até que o saci cruzasse as pernas, o morcego doasse sangue e não existisse mais corrupto em Brasília.

*Éber Sander é escritor, autor dos livros “Eu morri faz tempo” e “Perguntas Indiscretas

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