Monthly Archives: Julho 2008

Para pensar

“A verdadeira felicidade consiste em gastar nossas energias com um propósito”

William Cowper

 

“Às vezes a nossa atividade, o nosso trabalho não passa de uma imitação barata que amortece a dor de uma vida vazia”

Adolfo Coors IV

 

“A primeira condição para se realizar alguma coisa, é não querer fazer tudo ao mesmo tempo”

Tristão de Ataíde

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Falou o que não devia

“É mais que magnífico. É medíocre!”

Samuel Goldwyn, magnata do cinema

 

“O morto tinha um problema de fala”

Prefeito de Estremadura, Portugal

 

“… este conselho resolveu que: 1. Uma nova cadeia seja construída. 2. Que a nova cadeia seja construída com os materiais da velha cadeia. 3. Que a velha cadeia seja usada até que a nova esteja pronta.”

Isso está registrado na Junta de Conselheiros de Canton, Mississippi, no início do Século XIX

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Che Guevara

Che Guevara fotógrafo

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Artigo: Sobre a mudança

O ser humano é um ser mutável, mas para mudar leva tempo, muito tempo, e muitas vezes a mudança nem ocorre! Nos dois últimos meses a minha vida mudou radicalmente – se é que possa ser usada a palavra radicalmente – sai do meu emprego onde já estava há 2 anos, em um cargo bom, com chances de algo melhor ainda para o futuro. Deixei a casa de meus pais – não foi fácil – fui morar em outra casa com a minha companheira. Abri a minha empresa de consultoria – a Éber Sander Consultoria. De fato, muitas mudanças. Hoje as coisas que faço são totalmente diferentes daquelas que fazia até então… Por enquanto, tudo está se saindo muito bem! As pessoas geralmente não gostam ou temem as mudanças. Elas pensam: “E se eu mudar e não dar certo”; “E se não achar um novo emprego”; “E se não me adaptar a nova vida que vou levar”; “E se largar dele ou dela e nunca mais achar outra pessoa”, entre vários outros “E se…”. Cada pessoa vem ao mundo com um propósito, e creia-me, você não veio para falar mal dos outros, ou ficar vendo novelas, ou pior ainda, ficar reclamando de tudo. Há algo melhor para ser feito! O grande problema não é a mudança em si, é o medo que temos da mudança, do desconhecido, do que não sabemos ao certo, se será bom ou ruim. Absolutamente todas as pessoas de sucesso que conheço, tanto pessoalmente, como através da literatura, foram pessoas que nunca tiverem medo das mudanças. Foram pessoas visionárias que não sabia ao certo se as mudanças que iriam ocorrer em suas vidas iam dar certo ou não, mas não ficaram restritas a esse pensamento. Pessoas de sucesso são aquelas que saem da zona de conforto. Imagine como seria a nossa vida se todos fossem reticentes quanto às mudanças. Se ninguém ousasse o novo, todo mundo concordando com tudo. Oswaldo Montenegro, em uma das suas muitas belas canções diz: “Mudar dói, mas não mudar dói muito”. É preferível a dor da mudança, que a dor de não mudar. Portanto, se está pensando em mudar, mude. Se acreditar que pode melhorar de vida mudando, mude. Afinal, a vida é muita curta para fazer o que não gostamos, portanto, mude, avance, crie, reinvente. Seja feliz e esqueça do “E se…”

Éber Sander

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Falou o que não devia

“Correção: ”A Grega Especial” é uma enorme pizza de 18 polegadas, e não um imenso pênis de 18 polegadas como foi descrito erroneamente no anúncio. A Blondie´s Pizza pede desculpas por qualquer confusão que o anúncio tenha causado”. Se você duvida que isso aconteceu de fato, consulte o original em inglês do “Almanac of Quotable Quotes” de 1990.

“Os Estados Unidos têm muito a oferecer à III Guerra Mundial”

Ronald Reagan, na verdade ele queira dizer: “… ao Terceiro Mundo”. Porém, no mesmo discurso, repetiu o erro nove vezes! Isso mesmo, nove vezes!

“Esclarecendo o assunto de uma vez por todas. O policial não está nas ruas para criar a desordem. Ele está na rua para preservar a desordem”

Richard Daley, prefeito de Chicago

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Voto de cabestro

Vivendo, lendo e aprendendo. Bilhete a um candidato é uma crônica de Rubem Braga, escrita em outubro de 1956, que pode ser endereçada aos milhares de candidatos a vereador e prefeito desta e das próximas eleições. Parafraseando a crônica, vou baldear a situação para Indaiatuba, como se o autor estivesse a ouvir um de nossos candidatos.

“Olhe aqui, Rubem. Para ser eleito vereador, eu preciso de três mil votos. Só lá no Shopping Jaraguá, entre lojistas, empregados e fregueses, eu tenho, no mínimo, mas no mínimo mesmo, 300 votos certos; vamos botar mais 100 no comércio do centro da cidade. Bem, 400. Pessoal do meu clube, o Indaiatuba Clube, calculando com o máximo de pessimismo, 600. Aí já estão mil. Entre colegas de turma e repartição, contei, seguros, 200; vamos dizer, 100. Naquela fábrica do Distrito Industrial, você sabe, eu estou com tudo na mão, porque tenho o apoio por baixo e por cima, inclusive dos sindicalistas; pelo menos 800 votos certos, mas vamos dizer, 400. Já são 1.500. Na Morada do Sol minha sogra é uma potência, porque essas coisas de Igreja e caridade tudo lá é com ela. Quer saber de uma coisa? Só lá eu já tenho minha eleição garantida, mas vamos botar: 500. Aí já estão, contando miseravelmente, mi-se-ra-vel-men-te, dois mil. Agora você calcule: Tenho um amigo no HAOC, sabe que ele é o médico dos pobres, é um sujeito que se quisesse entrar na política acabava senador só com os votos da periferia; e é todo meu, batata, cem por cento, vai me dar pelo menos 1.000 votos. Você veja, pô, que eu estou eleito sem contar mais nada, sem falar no pessoal da Cidade Nova, sem empregadas domésticas, nem professoras primárias, que só aí, só de professoras, vai ser um xuá, você sabe que minha mãe e minha tia são diretoras de escola pública. Agora bote taxistas, aposentados, a turma da pelada e a colônia do pé-vermelho, sabe que o meu velho é de Londrina, e sabe londrinense como é que é! E o Centro de Umbanda? Sabe quantos umbandistas tem só na Vila Progresso? Mais de quatro mil! E nesse setor nem tem graça, o papai aqui está sozinho! É como diz o Núncio: sou o candidato de Iemanjá! E fora disso, quanta coisa! Diretor de centro espírita tenho dois. E o eleitorado independente? E não falei no meu bairro ainda, poxa, não falei do Bar do Jacaré, você precisa ver como é lá em casa, o telefone não pára de tocar, todo mundo pedindo cédula, cédula, até sujeitos que eu não vejo há mais de dez anos. E a turma das caminhadas no Parque Ecológico? O Motoka garante que só lá tenho pelo menos 300 votos. E o Bar do Pezão, e o reduto do Pena no centro, os garçons do Master Beef… Olhe, meu filho, estou convencido de que fiz uma grande besteira: devia ter saído era para deputado!

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Uma semana antes das eleições, Rubem Braga encontrou o todo vibrante candidato. Cercado de amigos, deu um abraço no cronista e o apresentou ao pessoal: “Este aqui é meu, de cabresto!” Quando estavam sendo apuradas as urnas, Rubem Braga mandou o bilhete: “Meu caro candidato: Você deve ter notado que na minha seção eleitoral você não teve nenhum voto. Palavra de honra que eu ia votar em você; levei sua cédula no bolso. Mas você estava tão garantido que preferi ajudar outro amigo com o meu votinho. Foi o diabo. Tenho a impressão de que os outros eleitores pensaram a mesma coisa. Se você chegar a 300 votos, pode se consolar, que muitos outros terão muito menos do que isso. Sabe de uma coisa? Acho que esse negócio de voto secreto no fundo é uma indecência, só serve para ensinar o eleitor a mentir: a eleição é uma grande farsa, pois se o cidadão não pode assumir a responsabilidade de seu próprio voto, de sua opinião pessoal, que porcaria de República é essa? Quer saber de uma coisa com toda a franqueza? Foi melhor assim. Melhor para você. Essa nossa Câmara Municipal não era mesmo um lugar para um sujeito decente como você! É superdesmoralizada. Pense um pouco e me dará razão. Seu, de cabresto, o Rubem.”

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Vivendo, lendo e, principalmente, aprendendo com Rubem Braga

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Fim de Mês

Você sabia que amanhã, quinta, 31 de julho, é o Dia Internacional do Orgasmo? Então. Relaxe e goze!

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