Monthly Archives: Março 2010

Doses homeopáticas

  • Impressionante como a vida toma novos rumos que nos deixam sem tempo para fazer aquilo que tanto gostamos de fazer. Um exemplo disso é a minha ausência neste espaço.  Quer um conselho: não deixe que isso aconteça jamais!
  • No próximo dia 07 o projeto de Lei de Iniciativa Popular Ficha Limpa vai à votação. Fique atento ao voto do seu representante. É chegada a hora de banir da vida pública os bandidos de carteirinha.
  • O meu livro Perguntas Indiscretas é um dos participantes do Prêmio Literário Portugal Telecom 2010. Vamos ver como ele se sai.
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CQC – Proteste Já! 22/03/10 – 1/5

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1º Supermercado brasileiro a não utilizar sacos plásticos

Leia abaixo a íntegra da matéria da Assessoria de imprensa do Ministério do Meio Ambiente, sobre a primeira loja do Brasil a eliminar o uso de sacos plásticos tradicionais. Atitudes como esta devem ser aplaudidas e copiadas!

Parceiro do Ministério do Meio Ambiente com a campanha “Saco é um Saco”, o Carrefour lançou, nesta segunda-feira (15/03), dia mundial do consumidor, em Piracicaba (SP), a primeira loja do Brasil a eliminar o uso sacos plásticos tradicionais. Para substituir, disponibiliza aos cliente caixas de papelão, sacos reutilizáveis e sacolas biodegradáveis. A iniciativa será implantada em todas as lojas da rede, gradativamente, em cinco anos.

Para o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, que participou da cerimônia em Piracicaba, “esse tipo de ação só é possível porque o consumidor brasileiro está cada vez mais consciente sobre os danos que as sacolas plásticas causam ao meio ambiente”.

Ele anunciou que desde o início da campanha Saco é um Saco, em 5 de junho de 2009, dia mundial do meio ambiente, o brasileiro deixou de utilizar de 600 milhões a 800 milhões de sacolas plásticas. Esse material leva cerca de 400 anos para se degradar.

O Brasil utiliza cerca de 12 bilhões de sacolas plásticas tradicionais por ano, segundo estimativa da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). “Isso mostra o consumo consciente como instrumento de transformação da sociedade”, ressaltou Minc, ao afirmar que esse tipo de mudança é reflexo da conscientização da empresa e dos consumidores. No entanto, “isso não acontece do dia para noite”.

Como exemplo de danos que as sacolas plásticas podem gerar ao meio ambiente, Minc citou os casos de enchentes, causadas por tubulações entupidas por sacolas plásticas. Ele também citou os problemas causado nos aterros, nos rios e no mar.

Minc ainda acredita que haverá uma “imitação saudável” da iniciativa, que deverá ser copiada por outras redes de supermercados. O banimento de sacolinhas plásticas já acontece em vários países, como França e Bélgica.

Para o diretor-superintendente do grupo Carrefour Brasil, Jean-Marc Pueyo, “a eliminação das sacolas plásticas é uma ação decisiva do Carrefour para o meio ambiente”.

Sacolas retornáveis

A iniciativa é um desdobramento da campanha Saco é um Saco. Para estimular os clientes, o supermercado de Piracicaba vai disponibilizar sacolas retornáveis até o dia 31 de março, além de oferecer caixas.

Para dar alternativa ao consumidor, o Carrefour também vai vender sacolas biodegradáveis em 180 dias. As sacolas tradicionais levam 400 anos para sair do meio ambiente. A renda da venda dessas sacolas biodegradáveis será revertida para o Lar dos Velhinhos.

Os cliente também poderão utilizar caixas de papelão para carregar suas compras. Elas foram colocadas atrás dos caixas para facilitar o uso pelos consumidores.

Como resultado da parceria com o MMA, o Carrefour reduziu o uso de sacolas plásticas em 27 % e vendeu mais de cinco mil sacolas retornáveis. Além disso, a unidade de Piracicaba também coletou 40 toneladas de lixo orgânico, que virou adubo.

Para Minc, a indústria não vai perder mercado se começar a se adaptar à mudança do pensamento do consumidor, que está cada vez mais consciente dos cuidados que deve ter com o meio ambiente para melhorar a qualidade de vida.

O ministro finalizou destacando a necessidade da reutilizar, reaproveitar e reciclar os materiais no lugar de descartar. “Somos a sociedade do descartável. Parece que o meio ambiente é um grande lixo”.

por Ascom MMA

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